Terça-feira

Natal

No momento em que escrevo estas linhas sente-se em casa um ambiente de festa único durante o ano. E por esse motivo é inevitável falar do natal.

E se bem que muitos de nós optem por desistir e passem só a ver o que parece defeito do mundo ocidental, sublinhando que é um momento de consumismo, em que quem não tem se sente ainda mais excluído, eu, concordando, julgo que há algo ainda mais importante a dizer do natal.

O natal é um momento de encontro com a nossa infância e com os que mais amamos.

Com a nossa infância porque parece não haver outra forma de sentirmos o “espírito do natal”.

Este ano, eu, que julgava ter perdido definitivamente aquele prazer de ver chegar o momento da abertura das prendas, voltei a sentir a ansiedade desse momento mágico.

E isto porque o prazer de receber enquanto criança foi ultrapassado pelo prazer de ver o primeiro natal do meu pequeno filho.

Mas este dia é também um encontro com os que mais amamos. A nossa família.
E parece-me que o contentamento é tanto maior quanto mais numerosa for ela.

E, independentemente, daquilo que tenhamos ou daquilo que nos faça falta, hoje parece ser um dia em que todos somos mais sensíveis ao nosso próximo.

Desejo sinceramente mais sorte à humanidade e aqueles que contribuem todos os dias para que ela seja melhor.

Feliz Natal a todos.

Quarta-feira

Arena D'Évora - dados


2.196,300 m3 de betão, 185.087,30 Kg de armaduras de aço, 14.879,20 Kg de aço em estrutura metálica;


Área de Restaurante 140,00 m2;

área de serviços do Restaurante 123,00 m2, áreas dos bares da cobertura 35,61m2;

área das lojas 37,73 m2;

área dos anexos da loja 15,68 m2;

2 balneários/camarins e 1 balneário para treinadores;

enfermaria 15,99 m2;

lugares sentados nas bancadas 3240, lugares da arena, de pé, 1800 lugares, lugares sentados na arena 1130;

gerador de autonomia eléctrica;

sistema de iluminação interior preparado para gravações de TV em alta definição;

área para tauromaquia 376,48 m2;

cobertura espacial no sistema ORTZ amovível na zona central, revestida a membrana de PVC na área fixa e de policarbonato nas áreas amovíveis;

área da zona amovível com 594 m2; área da arena 1.059m2.

Terça-feira

Os inimigos das mudanças


"Deve-se ter em conta que não há coisa mais difícil de realizar, nem de êxito mais duvidoso, nem de maior perigo para conduzir, do que o estabelecimento de grandes inovações."


"Porque o legislador tem por inimigos todos quantos viviam bem no regime anterior, e só encontra tímidos defensores entre os favorecidos com a nova ordem. Timidez produzida em parte por medo dos adversários e em parte pela natural incredulidade dos homens, que não se convencem de que uma coisa nova é boa, até que a experiência o comprove."


In "O Príncipe", dei Machiavelli, Niccolò di Bernardo

Évora Polis XXI

Há cerca de 100 anos não chegava a 10% a percentagem de população mundial concentrada nas cidades.

No período pós II Guerra Mundial esta concentração quase que triplicou.

Hoje quase metade da população mundial vive nas cidades ou nas suas zonas limítrofes. E segundo dados da Organização das Nações Unidas todos os dias o campo perde a favor das Cidades mais de 160 000 pessoas. Um movimento migratório sem precedentes na história da humanidade.

O problema da concentração de pessoas nas cidades aliado à ausência de planos urbanísticos integrados só tenderá a agravar-se e parece-me que será um problema que atingirá todo o planeta.

Estes movimentos rápidos causam um impacto social tremendo e a ele estão associados a desertificação das zonas rurais, o colapso das infra-estruturas, o desemprego e um forte impacto nos recursos naturais, o aumento dos níveis de CO2, a não planificada impermeabilização dos solos e um sem fim de desequilíbrios de extensa enumeração.

De uma forma mais ou menos acentuada são estes os problemas das mega cidades e das grandes cidades.

E neste quadro de ganhos para as regiões densamente povoadas incluem-se as nossas perdas em relação ao número de portugueses que abandona sobretudo as regiões do interior e, em menor grau, a tendência que têm as populações na região Alentejo para abandonar o campo e fixar-se nos centros urbanos, em particular o de Évora.

Em face a estes desafios Évora tem estado envolvida numa verdadeira praxis política de desenvolvimento sustentado, onde se inclui a estratégia definida no seu Plano Director Municipal e a recentemente aprovada candidatura Corredor Azul - Redes Urbanas para a competitividade e a inovação, no âmbito do programa POLIS XXI.

Esta rede de cidades foi uma das cinco candidaturas aprovadas num total de 26, com um projecto que envolve Arraiolos, Borba, Elvas, Estremoz, Montemor-o-Novo, Santiago do Cacém, Sines, Vendas Novas e Vila Viçosa, assim como o Instituto de Emprego e Formação Profissional, a Universidade de Évora, o Instituto Politécnico de Portalegre, a Escola Superior Agrária de Elvas, a Associação de Desenvolvimento Regional do Alentejo, a CEVALOR, a Sociedade do Parque Industrial de Vendas Novas e a Administração do Porto de Sines.

Esta rede possui um programa assente na dinamização e diversificação da base económica e do tecido empresarial da região, na afirmação da atractividade urbana das cidades e do território e na criação de uma rede de equipamentos culturais, desportivos e sociais, com aprofundamento do trabalho em parceria, que inclui a iniciativa privada.

Este parece ser mais um passo sério no trabalho em rede que envolve parceiros que, com as devidas diferenças e diferendos, estão acima de tudo interessados em desenvolver, de forma eficaz e equilibrada, a região. E para este efeito todos parecem poucos.

Sábado

Uma grande equipa

O número de funcionários da Câmara Municipal de Évora e seus familiares que participou no almoço de natal, na Arena d'Évora, foi notável.
Cerca de 1200 pessoas.
Mérito do Dr. Pé-Leve e da Dr.ª Antónia Raminhos, dois técnicos de chefia na Câmara, e das suas equipas, na organização de uma iniciativa com este tamanho. Tudo absolutamente impecável.

Quinta-feira

Os pontos-chave do Tratado de Lisboa

Presidência do Conselho

O Conselho Europeu elege um presidente por maioria qualificada, por um mandato de dois anos e meio, renovável uma vez, sem poder executivo.
Assim, as presidências rotativas da UE terminam mas mantém-se ao nível de alguns conselhos de ministros.


O “ministro dos Negócios Estrangeiros europeu”

É criado o cargo de alto-representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, que funde os cargos do alto-representante para a Política Externa e do comissário para os assuntos Externos. Concentra as vertentes intergovernamental e comunitária da acção extrena (é um dos vice-presidentes da Comissão).


Decisões por maioria qualificada

A aprovação por maioria qualificada no Conselho exige uma maioria dos Estados (55 %, 15 Estados) e da população da União Europeia (pelos menos 65%). Em cerca de 40 domínios a unanimidade deixa de ser necessária (como a segurança energética ou a ajuda humanitária de emergência). A unanimidade mantém-se necessária para a política fiscal, externa, de defesa e de segurança social. Entrada em vigor até 2014. Até 2019 qualquer Estado pode pedir a aplicação do sistema de Nice.

Minorias de Bloqueio

Têm de reunir pelo menos 13 Estados-membros ou, em alternativa, 35,01 % da população (com um mínimo de quatro países). A cláusula de Ioannina, incluída numa declaração anexa ao tratado, permite que um pequeno número de Estados-membros possa ainda pedir que uma decisão seja examinada de novo.

Parlamento Europeu

A co-decisão passa a ser a regra, com algumas excepções. Passa a aprovar todas as despesas da UE. Confirma a escolha, feita pelo Conselho (por maioria qualificada) do presidente da Comissão.

Comissários

A partir de 2014 a Comissão terá um número de comissários europeus igual a dois terços do número de Estados-membros.

Parlamentos nacionais

Continuam a poder pronunciar-se sobre propostas legislativas, tendo 8 semanas para as analisar quanto ao respeito pelo princípio de subsidiariedade. Se um número significativo declarar que desrespeita esse princípio, a Comissão tem de justificar a proposta legislativa, se a quiser manter.

Cooperações reforçadas

Os Estados-membros deixam de poder travar cooperações reforçadas (grupos de países que se associam para avançar mais depressa num determinado domínio da integração europeia; os países da zona euro são um exemplo de uma cooperação reforçada) de outros no domínio da política externa e de segurança comum. Grupos de cooperações reforçadas podem tomar decisões por maioria.
É criada uma “cooperação estruturada permanente” no domínio da defesa para os países com mais capacidades militares.

Tribunal de Justiça

Passa a ter mais poder sobre políticas de justiça e assuntos internos, incluindo as de asilo e de imigração, com algumas excepções, como a Dinamarca e o Reino Unido.

Cidadãos europeus

Podem propor à Comissão Europeia uma dada iniciativa legislativa, precisando para tanto de reunir um milhão de assinaturas.

Personalidade jurídica

A União Europeia passa a ter uma personalidade jurídica.

In Público 13 de Dezembro de 2007

Sem título



O Impressionismo de Pino Daeni.

Quarta-feira

A Festa do Perfume


A participação da iniciativa privada parece não só ter sido determinante para o sucesso como bem ganhadora. E em resultado disso está já em preparação a segunda edição do certame.


Que nasceu digno e ganhará a sua grandeza.

Natal Clássico

Todo o programa pode ser visto aqui»»

Terça-feira

Uma vitória para Évora

Entusiasmo.

Não me ocorre outro adjectivo para descrever o sentimento do executivo camarário, de figuras institucionais do Concelho, dos Presidentes de Junta de Freguesia e da população eborense que, já com alguma impaciência, aguardavam a aprovação do relatório de ponderação da discussão pública da proposta de PDM.

Mas este entusiasmo transpõe o âmbito do poder político.

No fim de semana tive a oportunidade de participar numa cerimónia de entrega de prémios da Associação de Andebol de Évora e confraternizar com os outros convidados, grande parte deles dirigentes desportivos e associativos. Foi nesse ambiente informal que compreendi a largueza das expectativas criadas por um Plano Director Municipal junto da população.

Se a classe política local encarasse esta realidade teríamos menos arrogância e preconceito na forma como se tratam as pessoas.

A grande maioria da população compreende nitidamente a importância de um Plano ambicioso e que trace uma estratégia de desenvolvimento que coloque Évora no lugar que é o seu: uma cidade com vocação de modernidade, inserida numa rede de cidades médias europeias.

Só essa convicção (a de uma ideia para o Concelho) fez frente a todo o tipo de obstáculos, negativismos e obstinadas resistências, sobretudo vindas de sectores ligados ao Partido Comunista, demasiado ligado a uma visão ultrapassada de gestão do território, que quase asfixiou Évora.

Ainda assim e sem que se queira compreender as necessidades e os anseios das populações se vai dizendo que não existe estratégia, que o Plano que se aprova é um capricho, que com ele se fará muito mal ao Concelho e que não há democracia no processo de discussão em que nos envolvemos durante seis meses. Como se repetindo muitas vezes uma patetice ela se torne um pensamento sério.

A participação da população no debate e na última reunião pública de Câmara é prova da sua maturidade em matéria de exercício de cidadania.

O que me obriga a dirigir-me respeitosamente a Eduardo Luciano, eleito do PCP à Assembleia Municipal de Évora e, espero não ser abusivo ao chamar-lhe assim, parceiro da oposição nestas lides das crónicas de opinião.

O Dr. Eduardo Luciano na sua crónica da semana passada e no seguimento da aprovação do relatório final do PDM, lança um rol de acusações dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal de Évora.

Para além da sua perspectiva depreciativa do conceito de maniqueísmo (o maniqueísmo continha, na realidade, um objectivo de diálogo ecuménico entre as grandes religiões, era universalista portanto), aponta ao Presidente da Câmara o facto deste ter uma visão estratégica completamente diferente dos comunistas, como se isso fosse um defeito.

E, ao deixar o aviso da possibilidade que, em mudando a maioria que está na Câmara, as coisas voltarão ao que eram e o Plano Director Municipal voltará ao que foi durante tantos anos, o PCP, pela voz do Dr. Eduardo Luciano, esclarece que a ideia que tem para a região é a mesma ideia com que geriu o Concelho durante quase trinta anos e que os eborenses democraticamente recusaram por duas vezes em 2001 e em 2005.

Por isso é muito importante aos políticos, mesmo os do PCP, ouvir as pessoas e compreender as suas expectativas.

Por muito que alguns não queiram compreender os tempos mudaram. E este PDM representa um novo ciclo para o Concelho.

Com o PDM aprovado Évora ganhará um novo ímpeto e as correcções a fazer após 3 décadas de opções urbanísticas erradas têm agora condições para ser realizadas.

Este PDM defende a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e o desenvolvimento equilibrado do Concelho, sem que o crescimento da Cidade seja feito à custa da sangria das freguesias rurais.

Este PDM reforça o papel de Évora como capital regional, assegura a preservação dos nossos recursos naturais, promove e valoriza o nosso património ambiental, arqueológico e urbano, amplia e requalifica os sistemas e as redes de mobilidade urbana e define uma política habitacional concelhia. Sem receios e de forma ambiciosa.

E foi esta a estratégia que democraticamente os eborenses escolheram para o desenvolvimento da sua terra.

A opinião da oposição é respeitável mas não coincide com as opções do executivo, eleito maioritariamente pela população. E isto é democracia.

O que me leva a última questão.

Não são nem as convicções nem as ideologias que afastam os cidadãos da política mas sim a incapacidade de muitos políticos em serem convincentes e sinceros nas suas opiniões.

Os anos de trabalho intenso e a aprovação de um PDM para Évora após tantas dificuldades e bloqueios são prova das convicções e do empenho dos que agora vêm com satisfação serem criadas as condições para que Évora avance e progrida.

Não é só o executivo da Câmara que merece a minha saudação mas a população eborense que exerce a sua cidadania de forma superior e sabe bem o que quer para si. Sem receios e com ambição.
Crónica na Rádio Diana em www.dianafm.com

Segunda-feira

10 de Dezembro de 2006

No dia 10 de Dezembro de 1860 era concedida às mulheres, pela primeira vez na história, o direito ao voto. No Wyoming, EUA.
Na mesma data mas em 1896 morria Alfred Nobel.
Em 1948, no 10 de Dezembro, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Em 1964, a 10 de Dezembro, Martin Luther King tornava-se no mais jovem homem a receber o Prémio Nobel da Paz.
Em 1996 Nelson Mandela assinava, a 10 de Dezembro, a nova Constituição da África do Sul, pondo assim fim ao regime do Apartheid.
Datas que marcam mudanças do mundo.
O meu 10 de Dezembro marca o nascimento do Francisco e entretanto passou um ano. O primeiro.
A vida é começar por pensar apenas em nós. Depois vêm os planos a dois. Agora tudo é feito em função neste pequeno e no seu conforto.
É um orgulho ser pai.

Sexta-feira

Bons exemplos

A Câmara Municipal do Redondo, do independente Barroso, toma uma decisão interessante.
A sua Praça de Touros, propriedade da Santa Casa da Misericórdia, vai ser alvo de recuperação e será concessionada à Câmara Municipal por cerca de 3 décadas.
Mais informação aqui»»

Vá antes que esgote.

O Papa oferece indulgências a quem visitar a Basílica de Lourdes.
Mais informações aqui»»

O que aí vem...




Quinta-feira

Mais Évora

Eis um novo ciclo. Com o PDM aprovado Évora ganhará um novo ímpeto e as correcções a fazer após 3 décadas de opções urbanísticas e de ordenamento erradas têm agora condições para ser realizadas.

O PCP não trouxe novidade. Vota contra porque esta não é a sua proposta nem a sua estratégia de desenvolvimento para o Concelho.
O que defendem é a Évora que não queremos: desertificada e imóvel.

O que não surpreende. Évora não pode esperar por gente que pura e simplesmente não quer modernidade. O que o PCP defende é exactamente igual ao que tem defendido durante estes anos de debate em que o Concelho ficou em suspenso. Adiar a decisão é a sua proposta.

Ora Évora não precisa de adiar mais nada. E foi exactamente isso que a maioria da Câmara decidiu.

Mesmo para a aprovação dos procedimentos para que se dê início à discussão pública para revisão de âmbito limitado ao Plano de Urbanização de Évora o PCP pede adiamento da decisão.
É o estertor.

Parabéns Évora.

Quarta-feira

Festa do Perfume


Tudo no próximo fim-de-semana, na Arena d'Évora, com as marcas mundi Parfums Christian Dior, Shiseido Internationnal, Gemey Maybeline, Guerlain S.A., CDIP (Inter parfum), Fragrance Production ,Pacific Europe, Laboratoire Expanscience (Mustela), Paco Rabanne e Orlane S.A.
A entrada é livre.

Uma medida para combater despovoamento

A Assembleia Municipal de Évora de 30 de Setembro ratificou uma proposta do executivo municipal camarário para reduzir o IMI.

Trata-se de uma medida política concreta feita para as pessoas. Parece-me que suficientemente importante para merecer o registo.

PDM

A discussão e aprovação do PDM de Évora, que acontecerá hoje, às 20,30, no Salão Nobre da Câmara Municial marca uma etapa decisiva na implementação da estratégia de desenvolvimento do Concelho para os próximos anos.
Apesar de todos os obstáculos criados e da vontade dos que quiseram e defenderam uma cidade cristalizada durante cerca de 30 anos Évora toma rumo certo.
E este PDM é um plano com a participação dos eborenses. Não significa que estejamos todos de acordo e alguns criticam a estratégia tomada. Mas esta é a estratégia ratificada eleitoralmente e estas são as regras do jogo democrático.
Saibam os que discordam que o mais importante é que seja Évora a ganhar.

Terça-feira

Os eleitos do PCP e a greve

Os "deputados" do PCP na Assembleia Municipal de Évora resolveram fazer gazeta na passada sexta-feira e "justificaram" com solidariedade aos grevistas.
Como desconheço a existência do sindicato dos eleitos em democracia parece-me que a entidade patronal destes senhores é o povo que os elegeu, que, ao que parece, não recebeu pré-aviso de greve. Só me resta concluir que a "greve" foi ilegal. O que deve ter deixado satisfeitos os comunistas que não perdem uma oportunidade para fazer coisas na clandestinidade. Tudo menos cumprir as regras da democracia.
O PCP prefere ficar no aconchego de casa do que vir à Assembleia Municipal cumprir as suas responsabilidades e discutir assuntos importantes como o IMI e a sua redução em determinadas freguesias ou a criação do Conselho de Juventude, entre outros.
Para o PCP continua a valer o quanto pior, melhor.