Quinta-feira

Nos tempos que correm

Manuel Alegre disse que podem surgir ««situações em que sejam necessárias nacionalizações para a própria sobrevivência da democracia»».

6 comentários:

Anónimo disse...

eu, se fosse socialista, só me ocorreria uma obra do pateta alegre "Cão como nós".

Anónimo disse...

Manuel Alegre diz que vota PS em 2009. Resta saber se o PS vota Alegre da próxima vez que ele precisar.

Anónimo disse...

A tentativa de liquidar os críticos, como Manuel Alegre, com campanhas de calúnias é um velho hábito dos medíocres.

Anónimo disse...

A nova geração herdou dos pais a vontade ser melhor. O desejo de uma vida melhor do que a dos seus pais, melhor do que a dos seus avós. Alimentaram-na com papas nutritivas e vitaminadas. Vestiram-lhe fraldas descartáveis com grande capacidade de absorção. Untaram-na com loções protectoras. Desinfectaram-na, vacinaram-na e mantiveram-na longe de focos de infecções por razões de saúde.
-Levaram-na à escola todos os dias e foram busca-la sempre, por razões de segurança.
-Ensinaram-lhes que o Amor era uma reacção química algures no cérebro, que os valores são mutáveis, que o homem é a medida do mundo e que a vida, ela própria, possuía o valor de uma causa.
-Disseram-lhes que a Liberdade era a mais bela de todas as coisas e que a teriam porque já fora conquistada. Disseram-lhes que os direitos eram inalienáveis; que o progresso era natural; que o bem-estar era uma exigência e que a Economia servia o homem. Ensinaram-lhes que tinham que ser competitivos, especializados e ambiciosos.
-Ensinaram-lhes o que era o progresso, a tecnologia e pior do que isso, ensinaram-nos a ter esperança.

-Agora admiram-se com as neuroses, as obsessões, os complexos e depressões. Espantam-se com os violentos, os desajustados os complexados e com o modo como eles se comportam.

José disse...

Os velhos é que andam assim. Os novos (com excepção dos comunistazinhos a quem os pais meteram uma venda) são decididos. Não esperam que os outros façam por eles e não são de lamúrias.

Anónimo disse...

Isso nota-se. A começar por uns rapazotes que o Ernesto colocou na CME. Nada de lamúrias. Decididos. Só não se sabe o que é que andam lá a fazer (aliás, nem eles...).