Tem lá dó e não mistures as hipotéticas vantagens da oferta de computadores ao miúdos nas escolas (muito discutível o seu resultado, custos, mas dou de barato que tenha algumas vantagens "pedagógicas") com a forma como foi feito (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=367726) e o esquema manhoso como o aproveitaram para um tempo de antena do PS. É lamentável que mistures tudo. A tua defesa do projecto Magalhães não devia ofuscar-te no resto. É esse tipo de postura no estado que favorece certas empresas que eu tanto contesto. É tão básico perceber porquê que nem vou perder tempo com isso - espero pela tua resposta a isto, objectivamente, e só. E também gostava que me esclarecesses porque é que se fez o tempo de antena com contactos do ministério, mas as desculpas foram no sentido de dizer que se o PS, ou melhor, a empresa que fez o reclame, se serviram indevidamente do nome do ministério (o que é falso!), então se lamentava o ocorrido e se pedia desculpa. Um truque barato que qualquer inteligência mediana descobre ao virar da esquina. As desculpas deviam ter gerado o consequente apuramento de responsabilidades, isso sim, e a tomada de medidas consequentes. Desde logo, num lugar decente, a demissão da responsável política: a ministra da Educação. Num lugar decente! Lembra-te da queda de ministros no tempo de Cavaco Silva, com muito menos escândalo e pressão da oposição, no dia seguinte! Dava para rir, não fosse tão sério. memórias curtas e princípios voláteis.
Ah, e com a devida honestidade que é devida, no meu caso, embora pudesse discutir a bondade do projecto, não se trata de malhar no Magalhães... pelo que acho que há aqui qualquer erro de análise, para não dizer outras coisas, em que não quero acreditar... E essa coisa de chegar a todo o lado dá para sorrir. Afinal quem é o presidente da Câmara de Espinho? E como se fez o processo?
2 comentários:
Tem lá dó e não mistures as hipotéticas vantagens da oferta de computadores ao miúdos nas escolas (muito discutível o seu resultado, custos, mas dou de barato que tenha algumas vantagens "pedagógicas") com a forma como foi feito (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=367726) e o esquema manhoso como o aproveitaram para um tempo de antena do PS. É lamentável que mistures tudo. A tua defesa do projecto Magalhães não devia ofuscar-te no resto.
É esse tipo de postura no estado que favorece certas empresas que eu tanto contesto. É tão básico perceber porquê que nem vou perder tempo com isso - espero pela tua resposta a isto, objectivamente, e só.
E também gostava que me esclarecesses porque é que se fez o tempo de antena com contactos do ministério, mas as desculpas foram no sentido de dizer que se o PS, ou melhor, a empresa que fez o reclame, se serviram indevidamente do nome do ministério (o que é falso!), então se lamentava o ocorrido e se pedia desculpa. Um truque barato que qualquer inteligência mediana descobre ao virar da esquina.
As desculpas deviam ter gerado o consequente apuramento de responsabilidades, isso sim, e a tomada de medidas consequentes. Desde logo, num lugar decente, a demissão da responsável política: a ministra da Educação. Num lugar decente! Lembra-te da queda de ministros no tempo de Cavaco Silva, com muito menos escândalo e pressão da oposição, no dia seguinte! Dava para rir, não fosse tão sério. memórias curtas e princípios voláteis.
Ah, e com a devida honestidade que é devida, no meu caso, embora pudesse discutir a bondade do projecto, não se trata de malhar no Magalhães... pelo que acho que há aqui qualquer erro de análise, para não dizer outras coisas, em que não quero acreditar...
E essa coisa de chegar a todo o lado dá para sorrir. Afinal quem é o presidente da Câmara de Espinho? E como se fez o processo?
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