Quinta-feira

Civilizar




Hoje, às 14.30, na Rua do Menino Jesus, um carro de uma empresa de segurança mal estacionado bloqueou a passagem de um autocarro e provocou uma fila de carros até às portas da Lagoa.

Antes e no Largo de Camões outros dois carros, estacionados na área de paragem dos autocarros, obrigaram o mesmo autocarro a parar na estrada para receber e largar passageiros.

Como não podemos contar nem com a razoabilidade das pessoas nem com um polícia em cada esquina, resta denunciar.

A falta de civismo faz de mim um intolerante.

Campanhas

O Dr. Eduardo Luciano, na última sua crónica de rádio, agita uma possibilidade que tenta aproveitar como oportunidade.
Ao colocar em hipótese a não realização da Bienal de Marionetas em Évora (que sabemos estar garantida e até Luciano admite) procura coro de indignação, como se a iniciativa dependesse da pressão dos cidadãos e a solidariedade com o CENDREV.
Depois vê aí a sua oportunidade de afirmação encabeçando tamanha indignação com uma pérola de criatividade.
Para ele Uma estratégia de afirmação de Évora como cidade de cultura, deveria garantir que iniciativas como a Bienal de Marionetas, não pudessem ser colocadas em risco, pelos caprichos deste ou daquele ministério, deste ou daquele governante, desta ou daquela estrutura burocrática regional.
Como garantir então essas condições, pergunta-se?
Fazendo o se que fez em Évora durante 25 anos em relação por exemplo à habitação social?
Como esta sempre foi tomada como responsabilidade do Estado pelo poder autárquico vigente, este demitiu-se da absoluta responsabilidade dessa missão, acusando o Estado de não cumprir com as suas obrigações. E nada de casas para os que delas precisavam.
Ou então substituindo-se ao próprio Estado e assumindo a autarquia a responsabilidade de garantir a iniciativa. Seria interessante se não fosse essa já a iniciativa da própria Câmara Municipal.
O que traz então o Dr. Eduardo Luciano de novo na sua estratégia? Nada, só ruído como é habitual.

Quarta-feira

Insondável

Mário Crespo, homem livre a quem o achincalho e a quebra do segredo de justiça paga a renda, pergunta a Manuela Ferreira Leite se, não havendo maioria absoluta nas próximas eleições legislativas, concebe um governo do bloco central (PS e PSD).

Ela responde-lhe: "Eu sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que eu acredite, em que eu acredite que a conjugação de esforços e, especialmente, a conjugação de interesses, interesses no sentido do país, são coincidentes. Se perceber que o objectivo país não é propriamente aquele que está no centro das atenções, então com dificuldade haverá um Governo que possa contribuir para a melhoria do país."

Terça-feira

Política de união

Retribuir agradecido

Carlos Moura, que não conheço excepto da escrita semanal no Registo e que leio com atenção (coisa que parece mútua), deambula na sua crónica desta semana por assuntos de espaço e tempo.

Para dizer que Abril é antes de Maio e que a Revolução Francesa é anterior à Petição Cartista (nenhum autor que conheço a coloca em 1839 mas em 1837 ou 1838. Para não errar preferi dizer apenas século XIX, como faz o
Dicionário Político Marxista, só para citar uma fonte que, deduzo, seja credível ao autor do reparo).

O pomo da chamada de atenção está neste parágrafo que escrevi em crónica no Registo de 20 de Abril de 2009:

Até que uma petição popular na Inglaterra do século XIX, subscrita por mais de um milhão de pessoas constituídas em movimento e no entregue ao Parlamento Inglês, mudou tudo. Para além das exigências em termos de condições de trabalho (importantes mas não chamadas aqui ao caso) o povo reclamou o sufrágio universal, o voto secreto, a remuneração dos parlamentares e o fim dos requisitos de propriedade para se ser candidato ao Parlamento. Apesar de rejeitadas as pretensões elas foram absorvidas pelo ideário das revoluções Americana e Francesa e acabaram por se impor.

De facto as pretensões foram absorvidas do ideário das revoluções Americana (1775), que Carlos Moura não usa no seu rebate mas que também foi referida, e Francesa (1789) e não pelo ideário das ditas revoluções, como não podia ser de outra maneira.

Agradeço-lhe a atenção se bem que nunca me refira e julgo estar quite no favor na medida em que o erro (que Moura não toma como lapso mas como conveniente e confortável (sic)), serviu para uma crónica, que, sendo assídua, sempre dá algum trabalho.

Mas Moura, que me coloca no clube dos distraídos, “espassarados”, tontos, ou em casos mais extremos, vigaros e aldrabões (sic), quer chegar a outro lado.

Tentar diminuir-me é só uma estratégia sua para valorizar a sua perspectiva, que é ideológica e não histórica como pretende.

Em suma, o mal que me aponta Carlos Moura, é um mal de que padece. Não discuto que a luta pelos direitos do trabalho seja anterior à Revolução Francesa ou a qualquer outra, como obviamente é. Em rigor desde o momento que o homem se sente subjugado, começa a desejar a liberdade. O passo seguinte tem sido o de a procurar. Moura também o diz.

Mas, como também escrevo no mesmo parágrafo, o assunto que abordei não foi o dos direitos do trabalho, mas sim a profissionalização da política. Quanto a comentários ao assunto (a questão central), nada.

E importância nenhuma se dá à petição cartista no avanço em termos de direitos laborais, mas Moura deve conceder que Engels deu, quando este quis popularizar o movimento em França e promover a imprensa cartista como o jornal radical The Northern Star.

Apesar de no mesmo artigo eu terminar dizendo que em democracia manda o povo isso não parece ter sido suficiente para Moura, que chama à colação a luta de classes como motor da história.

Por isso parece tão conveniente omitir a Revolução Americana que não encaixa muito bem na lógica marxista (ou até encaixa mas nem eu nem Carlos Moura o sabemos).

Para Marx o mundo caminhava irreversivelmente para o comunismo, o capitalismo sucumbiria na sua própria dinâmica e a revolução do proletariado aconteceria em todos os países com economias mais avançadas.

Pois a história parece dizer o contrário. A dita revolução só vingou em países com economias mais débeis com a Russa. Depois não se deu nenhuma caminhada para o comunismo. Veja-se onde existe o capitalismo mais selvagem (o Leste europeu ou a China parecem exemplos).

A análise marxista é muito interessante para compreender as sociedades industriais do século XIX mas é quimera acreditar que ela pode fundamentar qualquer proposta política moderna depois da experiência soviética.

Vivemos em democracia e pusemos a guilhotina de lado há muito, apesar dos saudosistas.

Hoje discordamos e buscamos conciliação. E isso é mil vezes melhor que qualquer tirania de classe.

Segunda-feira

Um dia como deviam ser todos

O 25 de Abril parece ter perdido o sentido para muitos.
Alguns dizem que as comemorações se tornaram vazias, com os discursos habituais, paradas militares, fanfarras, descerrar de placas comemorativas, filmes alusivos e festejos variados, que parecem ir reescrevendo mal a história do que se pretende comemorar.
Assim é em muitos sítios.

Sem que nos detenhamos na mudança social e política ocorrida em Abril de 1974, sem que comparemos o que fomos e o que somos, e, enfim, sem que saibamos ou compreendamos que valores trouxe a nossa revolução e, assim, os concretizemos, o assunto acabará por se resumir a uma data, cada vez mais distante, onde a poeira da história acabará por poisar.

Por isso a expressão cumprir Abril é tão acertada. O momento histórico foi muito importante, mas o ideal de liberdade que ele patrocinou, foi, é, e, assim o queiramos, continuará a ser muito mais importante.

E que nos trouxe Abril. Primeiro trouxe-nos a paz. A morte que sofremos e a que espalhámos em África diz-nos que este foi uma das mais valiosas conquistas que conseguimos enquanto povo.

Trouxe-nos a educação, essa arma valiosa contra pobreza e a ignorância. Esquecemos com facilidade que cerca de 60% da população portuguesa era, antes do 25 de Abril, analfabeta.

Trouxe o progresso dos empregos mais qualificados e mais bem pagos, o que fez aumentar a qualidade de vida de milhões de portugueses.
Trouxe o acesso democratizado e de qualidade aos serviços de saúde e um dos melhores Serviços Nacionais de Saúde do mundo.

Trouxe o direito a morar numa casa em condições dignas. Não é por acaso que a cerimónia das comemorações do 25 de Abril em Évora tem sido feita com as pessoas que mais precisam e que nesse dia, desde há 5 anos a esta parte, recebem a sua habitação, entregue pela Câmara Municipal.

Trouxe o direito de nos reunirmos, de partilharmos, de nos expressarmos, mesmo até o direito para se ser pouco construtivo ou inútil.

Independentemente das dificuldades com que nos confrontamos há uma certeza absoluta, a de que nenhum dos problemas que temos hoje seria resolvido fora de um quadro democrático. Ainda bem que o temos.

Podemos ter visões diferentes da democracia mas nenhuma é mais legítima que outra. A democracia e o 25 de Abril não tem proprietários.

Respeitar Abril é muito mais que lembrar o momento histórico de há 35 anos. É continuar empenhado na luta pelo progresso e, com a consciência que esse caminho não é linear nem livre de obstáculos, acreditar que não estamos condenados ao fado do atavismo.

Sexta-feira

Onde é que eu estava no 25 de Abril?

À pergunta do AGB eu respondo: em Angola, Sá-da-Bandeira, quase a fazer dois anos e satisfeito por saber que ia ter um irmão.
A minha mãe diz-me que soube pela rádio e que ficou entusiasmada. Comprou-me dias depois uma t'shirt com um cravo. Mas depois, com os contigentes de nativos a entrar nas cidades, veio o medo.
Mas sinto a magia da revolução e logo, uma vez mais, vou assistir à força que ainda tem o "Grandola Vila Morena". Eu e uma praça cheia de gente mais velha e mais nova que eu.

Quarta-feira

A negação colectiva

Estão apresentados os candidatos às eleições autárquicas para Évora. Com excepção do PSD, que parece ter um problema nacional com a apresentação dos seus candidatos, o PS apresentou os cabeças de lista à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal, seguido pelo PCP, que o fez este fim-de-semana. O Partido Socialista fê-lo em primeiro lugar, confortado pelo projecto que se encontra desde há sete anos em execução, reconduzindo José Ernesto d’Oliveira e Capoulas Santos como candidatos à autarquia.

O facto de estes políticos avançarem para um terceiro mandato simplifica uma estratégia de campanha, assente no trabalho autárquico que desempenharam nos últimos anos e que faz deles conhecidos de toda a gente. Ao PCP faltou a alternativa de apresentar um candidato eminente que, por muito esforço que este faça e sério que seja, estará sempre condicionado pela candidatura do seu parceiro Abílio Fernandes.
Depois de ter afastado os seus rostos mais prestigiados, os ex-vereadores Andrade Santos e José Barradas, apenas porque apoiaram a intenção do PS da criação de uma empresa municipal de cultura, o PCP ficou limitado a figuras secundárias que agora apresenta como candidatos. Assim viu-se forçado a contrabalançar com a única figura que, com má ou boa memória, os eborenses conhecem. Abílio Fernandes.
Após ter presidido à Câmara de Évora durante 25 anos, foi derrotado pelo agora presidente da Câmara em 2001 e voltou a perder em 2005, no confronto com o actual eurodeputado e presidente da assembleia municipal Capoulas Santos.
E o discurso de mudança aproveitado pela CDU confunde com as declarações do ex-presidente da Câmara que diz que a sua candidatura é a continuação da mesma política realizada pelos comunistas durante todos os anos que estiveram à frente da autarquia. A falta de um projecto prega destas partidas.
A tal mudança de que falam os comunistas é um regresso ao passado, aos tempos em que se governou a cidade (esquecendo as freguesias) por 25 anos, tempo que não parece ter sido suficiente por exemplo para dotá-la de um parque de feiras e exposições que agora tanto reclama, ou da reconstrução do salão central que deixou arruinar, ou ainda de tudo o resto que diz ter ficado encaminhado e que o actual executivo concretizou, apesar de insistirem na ideia que Évora parou. Não deixa de ser incoerente.
A Évora parada que os comunistas falam só eles vêem. Através de um processo de negação colectiva, o PCP preferiu parar no tempo e agarrar-se a um passado que entendem como glorioso, mesmo após os eborenses terem decidido que não existia assim tanta glória na sua gestão autárquica e terem optado por uma verdadeira mudança, a quem já deram por duas vezes aval e que darão novamente.
Para o PCP esta mudança foi uma interrupção da sua visão de cidade e por isso são as suas velhas glórias os rostos da mudança que novamente propõem. Pretensioso não é?

Freeport

Caso Freeport
Advogados ingleses ilibaram Smith
por CARLOS RODRIGUES LIMA
Hoje

Terça-feira

Os outdoor's do PSD são a fingir

O falar verdade da líder do PSD escolhe sempre maus veículos para se afirmar. Os outdoor's do PSD são a fingir e é difícil ver um inteiro. Sorte mesmo é não se conhecerem vítimas das quedas dos painéis.

Segunda-feira

A aristocrática democracia

Concordarão comigo se lhes disser que a política é a única profissão conhecida onde se considera que nenhuma formação prévia é necessária.

Embora nem a sociedade nem os próprios políticos o concebam dá-se que a política é um ofício porque os políticos são profissionais da vida pública (ou pelo menos deviam sê-lo quando se trata dos assuntos da vida pública).

Este paradoxo pode não ser a única causa da má imagem da política mas é uma das mais fortes. Dá-se que na origem do poder executivo e do legislativo estão a monarquia e as câmaras dos nobres que, mais tarde integrarão os burgueses.
Estas origens definiram a actividade política como algo que era feito de forma desinteressada e até, algo incómoda que devia ser suportada por aqueles a quem Deus tinha outorgado a responsabilidade de governar o povo.

A remuneração por tamanha responsabilidade não era sequer aceitável e podia ser considerada humilhante.
Até que uma petição popular na Inglaterra do século XIX, subscrita por mais de um milhão de pessoas constituídas em movimento e entregue ao Parlamento Inglês, mudou tudo. Para além das exigências em termos de condições de trabalho (importantes mas não chamadas aqui ao caso) o povo reclamou o sufrágio universal, o voto secreto, a remuneração dos parlamentares e o fim dos requisitos de propriedade para se ser candidato ao Parlamento. Apesar de rejeitadas as pretensões elas foram absorvidas pelo ideário das revoluções Americana e Francesa e acabaram por se impor.

Parece estranho mas não é. Por que razão pedia o povo remuneração para quem supostamente o representava gratuitamente, salário que seria suportado pelas contribuições públicas, vulgo impostos?

Porque o povo entendia, e muito bem, que em democracia é ele o patrão, que selecciona, define as promoções e demite das funções, o seu representante, através do exercício livre e soberano da sua vontade expressa no voto. E para o exercício dessas funções é justo, razoável e seguro, que se receba a devida remuneração. Eis o inteligente argumento que coloca fora do aristocrático imperativo moral, o sacrifício do exercício do poder.

Mas o estigma aristocrático das funções de governo e representação ainda perdura nos dias de hoje e as suas consequências, enquanto negam à função política o estatuto de carreira profissional, são muito significativas. Primeiro estimulam o baixo grau de confiança nos Partidos políticos, no Parlamento e no Governo.

Depois são o grande contributo para uma selecção que não favorece o mérito. São muito poucos os que arriscam o estigma, a sua honradez e imagem pessoal para a dedicação à causa pública.

Depois e porque não é considerada como carreira profissional a política promove a superficialidade, torna o político desleixado e pouco preocupado com o aperfeiçoamento e qualificação, ao contrário do que acontece nas demais profissões. E é esta superficialidade que transforma homens e mulheres de boa vontade em ineficientes, irrelevantes e distantes dos que os elegeram.
E é este quadro que cria as condições para as aventuras e o ímpeto irresponsável.
Quantas vezes a nossa fraca cultura política não elegeu ou legitimou a demagogia ou populismo? Quantas vezes ela se deixou atrair pelos que têm o poder económico e pretendem também o político? Como se podem considerar as eleições de ditadores, facínoras, corruptos ou simplesmente voluntaristas?

As suas candidaturas começam sempre por se oporem às candidaturas que chamam de profissionais, querendo aproveitar o sentimento negativo das pessoas em relação à política, ganhando a sua simpatia, colocando-se assim como qualificadas para receber o seu apoio.

Depois as candidaturas que prometem tudo. E aquelas que defendem que com eles passa tudo a ser gratuito e bom. Ou os que querem corporizar a mudança (uma palavra tão cara na democracia) mas o que trazem são ideias do passado.

Acrescenta-se os que dizem, com recurso aos lugares comuns, que têm a solução para todos os problemas, o que parece ser suficiente mesmo que desconheçam a totalidade dos problemas que têm de enfrentar. Ou mesmo aquelas que preferem distribuir peixe em vez de se dedicarem a fazer canas de pesca e ensinar a pescar (fazendo uso de um provérbio chinês).

Esta é apenas a descrição de uma parte da realidade da nossa vida política. Mas que importa recusar. É importante também dizer que a generalização destes aspectos negativos diminui a vontade dos que podiam e podem contribuir para uma sociedade melhor e, nem sempre mas demasiadas vezes, destrói os que efectivamente arriscam nesta vocação.

A actividade política age em prejuízo da sua imagem constituída. A sua profissionalização e as exigências que daí advirão só podem qualificar e atrair melhores homens e mulheres para o exercício da actividade política. Com eles recuperar-se-á o prestígio das Instituições e a democracia será mais sólida e saudável.

Faz sentido a ideia que não se pode confiar num profissional?
Em democracia manda o povo. Saibamos contratar os melhores.

Évora galardoada com a Bandeira Verde

Sustentabilidade, proximidade e cidadania. Eis os eixos do Programa EcoXXI, que atribuiu pelo terceiro ano consecutivo a bandeira verde à Cidade de Évora e o prémio de boas práticas em mobilidade no turismo.
Os indicadores podem ser vistos aqui.

A cacofonia não me parece bom argumento

A propósito da exclusão de pequenos partidos do debate na RTP 1 no Eleições 2009. Nos EUA os debates internos entre candidatos do mesmo partido são emitidos pelas televisões e, para dar o exemplo mais recente, os democratas fizeram-no com os pré-candidatos à nomeação democrata à Casa Branca. Quando o referi pretendi refutar a ideia que um debate com “demasiados ” candidatos é confuso. Hillary Clinton, Barack Obama, John Edwards, Bill Richardson, Joseph Biden, Christopher Dodd, Dennis Kucinich e Mike Gravel foram os protagonistas do debate que refiro. E, para o efeito, continua a parecer-me um bom exemplo.

Domingo

Eleições 2009

A RTP, como televisão estatal, não pode justificar a ausência do MMS e do MEP, como se eles não contassem para o debate democrático.
Pode não resolver-se a questão imediatamente mas a subscrição de uma petição on-line poderá alertar este e outros canais para alterarem o seu comportamento em relação às próximas iniciativas. Dependerá da quantidade de gente que o subscreva.

Sábado

A propósito do encontro de Cavaco Silva com empresários cristãos

Salazar e Cerejeira também se preocupavam com os pobrezinhos. Pelo menos é o que diziam.
Canonizem-nos.

É lateral mas não tanto

Parece haver uma confusão de Ana Paula Fitas em relação ao que é o Órgão de excelência onde se deve dar a tal pluralidade política, a Assembleia Municipal e um órgão executivo como a Câmara, onde governar em maioria relativa é depender da oposição em questões executivas. Pode-se fazer o paralelismo com a Assembleia da República e o Governo. Excluída obviamente qualquer coligação, faz sentido defender um governo composto com elementos da oposição? Como responsabilizar uma Câmara pelo que não fez quando a maioria dos seus membros desse órgão não tem funções executivas (nem responsabilidade) mas tem o poder suficiente para inviabilizar a acção do executivo?

Mudanças

Como José Gil diz, teoricamente os períodos eleitorais deveriam instaurar e desenvolver uma atmosfera de clareza política. 

As pessoas têm o direito de poder fazer uma escolha. Essa escolha provém de uma análise das opções, que devem ser colocadas da forma mais transparentes e objectiva.

As alterações que aqui se fazem têm essa pretensão.

Sexta-feira

Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (18 e 19 de Abril)


Tema: "Património e Ciência"
A Câmara Municipal de Évora associa-se às Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios promovidas pela UNESCO/ ICOMOS, IGESPAR e PP-CULT

Programa



18 Abril (Sábado)


09:30 - Visita guiada e leitura da hora solar em 4 relógios de sol:
Cerca do Convento do Remédios; Forte de S. António ; Palácio dos Condes de Basto; Parque Infantil
Ponto de Encontro: Convento dos Remédios (Av. de S.Sebastião)
11:00 - Teatro de Marionetas “A Mosca” Local: Casa da Balança (Largo do Chão das Covas, 15)
11:40 - Visita guiada à Casa da Balança
17:00 - Teatro de Marionetas “O Relógio do Rei” Local: Convento dos Remédios
17:30 - Visita guiada a exposição “À Descoberta da Sombra”

19 Abril (Domingo)


14:30 – 19:00 - Visita guiada e leituras em relógios de sol situados nas freguesias rurais de Évora.
Ponto de Encontro - Convento dos Remédios (as deslocações são feitas em sistema de boleias partilhadas)

Kamu Suna Ballet Company - Amar a Terra

Amar a Terra é um espectáculo de Bailado dedicado ao Planeta Terra, apoiado pela Comissão Nacional da UNESCO no Ano Internacional do Planeta Terra.
Hoje, 21.30h, no Teatro Garcia de Resende. Coreografia de Cézar Moniz. Entrada: 10€ - desconto 50% para menores 25 anos e maiores 65 anos.

Web TV Diário do Sul

José Ernesto recandidata-se e pede maioria absoluta aos Eborenses


Ontem, numa sala de conferências do novo Hotel Mar d'Ar, José Ernesto e Capoulas Santos aceitaram o convite feito pelo PS, pela JS e por um grupo de cidadãos independentes, para encabeçarem as listas do PS à Autarquia.


José Ernesto falou das dificuldades em governar em maioria relativa e dos atrasos que a oposição provoca, dando o exemplo dos atrasos na aprovação do Plano de Pormenor dos Leões e do Centro Comercial na cidade. Acrescentou que a oposição deve ser feita na Assembleia Municipal, já que se torna muito complicado ultrapassar os obstáculos que se criam ao executivo na Câmara, que tem de executar. E pediu renovada confiança aos eborenses, que podem dar-lhe nova maioria absoluta.


Já Capoulas Santos defendeu que pretende continuar a valorizar a Assembleia Municipal e recordou que se sentiu muito honrado quando derrotou Abílio Fernandes e Lino de Carvalho em 2001, Abílio Fernandes e Andrade Santos em 2005. E que está disposto a fazê-lo de novo, com a confiança dos Eborenses.


Ambos defenderam que Évora deve continuar o caminho traçado há sete anos.

Um teste via tm

A Escrever para o blogue via telefone. Um teste

--
Enviado do meu celular

Francisco Costa

Quarta-feira

Esta é fascizóide ou fascizante?

Eu, enquanto empresário, gastei dinheiro da empresa numas fardas para os colaboradores e nenhuma tem decote e tampouco é saia. É verdade, calças para todos, mesmo para as senhoras.

Custava-me ver um antigo colaborador aparecer junto dos clientes de sandálias de meter no dedo. Aquilo parecia-me pouco profissional, apesar de parecer confortável.

Não proibi mascar pastilha apesar de me irritar que me mastiguem aos ouvidos, como tem por hábito fazer uma senhora nos CTT onde costumo ir.

Mas tenho pensado no assunto, eles que me perdoem.

Conjunturas


Paulo Rangel é cabeça de lista às europeias pelo PSD. A piada de oportunidade: com claustrofobia democrática, resolveu mudar para um plenário mais espaçoso.


Com a sua nomeação pode começar-se a debater. Veremos se o PSD vira o discurso liberal um pouco à esquerda. É que à esquerda já o Durão Barroso da era Obama virou.

Terça-feira

O fim do Castrismo?


Obama pode fazer sempre mais do que dizem que pode fazer. Pode por exemplo conseguir em muito pouco tempo aquilo que os EUA não conseguiram em quase 50 anos, acabar com o regime de Fidel Castro.



A Administração Obama deu o primeiro passo naquele que pode ser o fim, a
prazo, do embargo a Cuba.
O embargo dura desde Fevereiro de 1962. Agora foram levantadas algumas
restrições, que já tinham sido aprovadas pelo Congresso no mês passado:


- Levantada a restrição quanto à frequência e duração de visitas a familiares
em Cuba. É também alargada a defi nição de família (até ao terceiro grau);
- Eliminada a restrição quanto ao dinheiro que pode ser enviado a familiares
em Cuba, mas mantida a proibição de transferência para membros do Governo
cubano e alguns membros do Partido Comunista;
- Permissão às operadoras norte-americanas de telecomunicações para que
assinem contratos que possibilitem instalar material que leve à melhoria de
comunicações entre os dois países;
- Permissão para que se negoceiem acordos de roaming com empresas cubanas
e que empresas norte-americanas de rádio e televisão possam “actuar”
em Cuba;
- Alargada a possibilidade de fazer donativos a produtos de higiene pessoal,
sementes, produtos veterinários, entre outros;
Carlos Calaveiras/Reuters

Segunda-feira

Candidatos

Confesso alguma desilusão com a candidatura de Eduardo Luciano à Câmara Municipal de Évora (colocar o Dr. Abílio com candidato à Assembleia Municipal é sinal que o PCP continua preso ao seu passado). Não porque seja quem é o candidato mas porque não lhe conheço uma ideia, para além, é claro, do chavão partidário.
O PCP não só já pouco surpreende com os seus candidatos como o que traz como projecto é um simples regresso ao passado. Esperava muito mais desta oposição.

Terrorismo político

Os tempos são difíceis e nada garante que não piorarão.
A economia vive da confiança e, no momento, falta confiança ao mundo. O problema, complexo de resolver, precisa de ser tratado com clareza.

Ora, num ano de eleições onde a maioria dos comportamentos políticos aponta para a conquista ou reconquista do poder, temos tido mais ruído que compreensibilidade.

Á habitual insinuação e calúnia, que serve de arma de combate na política mas que não deixa nem o agressor nem a vítima incólume (os brasileiros usam uma expressão muito apropriada que é a de jogar porcaria para cima da ventoinha), somamos o bota-abaixismo, o sectarismo e a cegueira política que habitualmente impede que se reconheça no opositor qualquer característica positiva ou capacidade de execução.

Chega a parecer que estes comportamentos negativos resumem o contributo que muitos têm para dar à democracia. Nada o impede e existe liberdade para que seja uma forma de estar na sociedade (apesar de haver quem defenda livremente que essa liberdade não existe), mas mina-a.

Quando numa conversa com populares simpáticos a outras forças políticas que não o Partido Socialista se argumenta que o nosso Primeiro-Ministro não serve porque é corrupto e mentiroso fica tudo dito. Eis o que uma boa parte das pessoas absorve da calúnia nacional.

E pouco se pode fazer quando a atitude se generaliza independentemente do atingido.
Há pouco tempo vi um filme que, não sendo extraordinário, me fez compreender, pela singeleza da ideia, o verdadeiro impacto de uma mentira. Chamava-se “A dúvida”e, em determinada altura, é contada a história que tentarei reproduzir: uma mulher caluniou alguém, contando uma mentira a algumas pessoas. Essa mentira multiplicou-se pela quantidade de vezes que esse pequeno grupo de pessoas a repetiu a outros grupos de pessoas.

Muito rapidamente a mentira passou a facto que todos já conheciam. O visado ficou com a sua reputação arruinada.

Perante o impacto da mentira a mulher que a lançou ficou consternada. O peso na consciência levou-a a contar a verdade a um padre e a pedir alívio. O padre pediu-lhe então que subisse ao telhado da sua casa, rasgasse uma almofada de penas e as soltasse ao vento. Foi o que fez. Voltou ao padre e contou-lhe que tinha feito o que lhe havia sido sugerido, espalhando milhares de penas pelo céu da sua rua. Mas acrescentou não ter sentido alívio nem compreendido de que forma o acto podia apagar o erro cometido.

O padre pediu-lhe então que voltasse à rua e recolhesse todas as penas que a mulher havia espalhado pelo vento. A mulher respondeu-lhe aflitivamente que isso era absolutamente impossível de conseguir. O padre disse-lhe então que cada uma das minúsculas penas representava cada uma das pessoas a quem a mentira havia sido transmitida. Recolher todas as penas era tão impossível quanto apagar o efeito da mentira que se generalizou.

Eis o efeito da calúnia. Essa tão útil e fácil destruidora de reputações.
Se não consegues destruir uma ideia destrói o homem que a teve.

Assim e não sendo possível impedir que as penas se espalhem pelo vento ou que alguém se arrependa do mal feito importa manter o rumo que foi traçado e que se continue a defender o mais importante, a verdade da ideia. É assim que se combate o terrorismo político.

Domingo

Ir e vir


Não se devia fazer visitas de médico à família. Em dois dias de volta.

O mais novo e os outros


A casa

Um dia volto e ela deixou de existir.

A nostalgia da infância


Quando se está quase dois anos longe do local de onde se cresceu e lá se volta as mudanças parecem mais notáveis. Estamos todos mais velhos. Elementar.


A velha ameixeira foi maltratada e mais ninguém poderá subir-lhe nos ramos em brincadeiras de emboscadas entre índios e cowboys. Também não teremos lá crianças em número suficiente como noutro tempo. O Eduardo, o Renato, o Gil e o Romeu. Comigo. Grandes tempos os meus tempos.

Sexta-feira

Secil Outão

Uma visita inesperada à Secil Outão antes da partida para o norte.

Quinta-feira

Um vaso para cactos e bambu

Esta é obra integral do Fernandes e do Pedro, o sogro.

Quarta-feira

Menos especulativo e mais operativo

Este corredor vai ficar irreconhecível

Os três dias de férias foram obrigatórios. Para terminar um jardim com três anos de obras, que já ninguém suporta.

Domingo

Um bom candidato e o seu partido

A formação dos partidos políticos e dos mandatos representativos decorreu da evolução do parlamento inglês e da ideia de sufrágio universal, procedente da Revolução Francesa.

O exercício da representação política acabou por fazer agrupar nos parlamentos determinados segmentos sociais ou ideologias dos representantes eleitos, o que hoje chamamos de partidos políticos. Após dois séculos de evolução e mesmo que se fale bastante do declínio dos partidos políticos e do surgimento de novos mecanismos de representação, o que é certo é que este parece ser ainda o modelo mais eficaz de representação.

Ao mesmo tempo e com um marketing político cada vez mais centrado nas figuras dos candidatos, perguntamo-nos se os partidos políticos ainda são actores relevantes nos processos eleitorais. Mas esta questão só se coloca porque as transformações sociais ocorridas nos últimos anos foram muito rápidas e o facto diluiu bastante a identificação do eleitor com os partidos políticos. O exemplo que me ocorre diz sobretudo respeito aos partidos que constituíram como sua base ideológica o princípio da luta de classes e a emancipação do operariado, que hoje quase desapareceu.

Serão provavelmente essas transformações sociais que questionam também o que é afinal ser de esquerda ou de direita e se isso ainda fará sentido. Não obstante, a importância do partido político não se reduz ao de uma mera entidade formal assim como a ideia de esquerda ou de direita ainda funciona como legenda ou garantia para o eleitor, mesmo o mais desinteressado.

Como todos sabemos, o grau de interesse da generalidade dos eleitores pela política é muito variável. Uma maioria das pessoas demonstra pouco interesse pelo assunto e só uma minoria se interessa muito. Como o grau de interesse determina o nível de informação, uma pessoa muito interessada está normalmente bem informada.

Existe porém uma parcela significativa da população que vive entre o desinteresse e a atenção pelos assuntos políticos. Tanto para os desinteressados como para os que estão no meio termo o rótulo partidário fornece informação sobre o comportamento que ambos podem esperar de determinado partido e do seu candidato. Veja-se o exemplo dos partidos que tragam no seu código genético o termo socialista ou liberal (na cultura europeia). Os socialistas são entendidos pelas pessoas como partidos e candidatos que, na governação, enfatizarão a intervenção do Estado na economia e na distribuição da receita.

Para os que esperam maior assistência do Estado a tendência será a de votar no partido que melhor fizer passar esta mensagem. Do outro lado estão os que esperam um Estado mais impassível e menos intervencionista. Os liberais ou a direita, como se quiser.

Assim, como sintetizadores de informação para cada uma das parcelas do eleitorado, os partidos políticos são estruturas que sustentam as democracias, formando e lançando pessoas e projectos políticos e fazendo funcionar no tempo, o principio da representatividade popular, para além das capacidades e do tempo de vida político de cada um dos candidatos.

Mas os partidos têm ainda consigo uma missão mais pragmática e, para muitos, menos interessante, mas absolutamente valiosa, a campanha eleitoral e a mobilização de recursos financeiros e humanos. Daí advém justamente a expressão de “máquina partidária”. Se não for rigorosa, disciplinada e empenhada, em suma, profissional, de pouco servirá um bom projecto e um bom candidato. Não compreendo os que veladamente criticam a política profissional (este discurso é utilizado muitas vezes por políticos oportunistas que ainda não foram eleitos) quando até acho que os assuntos da democracia e da coisa pública são demasiado sérios para estarem entregues a amadores.

Para a democracia é preciso mobilizar muitas pessoas e esse trabalho é feito pelos partidos políticos. Só numas eleições autárquicas como as de Évora são precisos cerca de meio milhar de cidadãos para integrar as listas e por em marcha um projecto político.

Há contudo experiências interessante e que até parecem fugir a esta lógica mas que no fundo consubstanciam apenas uma relativização do papel dos partidos políticos e uma valorização dos candidatos.

Tivemos recentemente um exemplo interessante de cerca de duas centenas de cidadãos sem ligação partidária mobilizados para apoiar a recandidatura do actual Presidente da Câmara Municipal de Évora. O facto não significa, quanto a mim, secundarização do partido político mas dinâmica da sociedade civil. Tal iniciativa é um exemplo que contraria os que defendem a ideia que as pessoas estão cada vez mais afastadas da vida política. As pessoas que se interessam e que estão informadas até estão bem próximas como se vê. E o facto é sempre tomado como sinal de esperança para a renovação dos próprios partidos políticos.
Não é à toa que determinados partidos políticos estimulam e promovem a participação dos chamados “independentes” nas suas listas e nos seus projectos políticos. É a sua garantia de vida e de reinvenção.

Na frente é sempre preciso um bom candidato, com atributos pessoais e ideias que inspirem confiança e mobilizem os que acreditam na democracia e na liberdade da participação com ou sem militância. E o benefício de uma vitória eleitoral deve-se bastante aos atributos pessoais deste candidato. Mas esse benefício só se dissemina para os outros candidatos que partilham determinado projecto por via de um partido político que os agrupa. Assim, com mais ou menos visibilidade existe uma relação de interdependência entre partidos e candidatos.
Não existem efectivamente partidos sem candidatos e candidatos sem partidos.
Quando tal acontece significa que o projecto político está limitado ao candidato e terminará com ele. Não é propriamente um projecto de progresso social. Esse leva gerações a ser implementado.

Sexta-feira

CPCE encoraja José Ernesto d'Oliveira a avançar

Comissão Política Concelhia aprova por unanimidade e aclamação o apoio às candidaturas de José Ernesto d'Oliveira à Câmara Municipal de Évora e Capoulas Santos à Assembleia Municipal.

A intervenção

video

Reunião de Câmara de 3 de Abril

Na proposta de aprovação d0 Contrato de Empreitada "Requalificação da envolvente da Igreja de N.ª S.ª de Fátima - Azaruja". CDU vota contra. PSD e PS aprovam.

Concelhia do PS de Évora reúne hoje

O Sol antecipa o resultado.

Quinta-feira

Aspecto do encontro


Um conjunto de cidadãos com um objectivo comum, apoiar uma recandidatura do José Ernesto.

Os rostos do movimento



Luis Matias abriu, geriu e encerrou o encontro. E obrigou mesmo o José Ernesto a deslocar-se ao local para falar aos convidados.

Os rostos do movimento

José Calixto, Director da Biblioteca Pública de Évora, disse ter sentido que estava em casa assim que chegou a Évora e conheceu José Ernesto. E que está empenhado com este num projecto de futuro: uma nova biblioteca pública na cidade.

Os rostos do movimento


Maria Helena Guerra defendeu a visão de futuro na gestão de Évora, onde reside o capital mais jovem da região. E que acredita num novo ciclo autárquico com José Ernesto d'Oliveira à frente da Câmara.

Os rostos do movimento

O Professor Silvino Costa fez depender a sua candidatura à freguesia dos Canaviais com a candidatura de José Ernesto d'Oliveira à Câmara de Évora.



A mudança das lógicas


João Costa, no Um para Um, fala da intervenção de David Pouffle, convidado da Cunha Vaz, para uma conferência acerca da campanha que elegeu Obama Presidente dos Estados Unidos.

E descobriu dois sítios interessantes relacionados: os logotipos recusados para a campanha de Obama e um entrevista a Sol Sender, o estratega.

Encontro de independentes na Comunicação Social

Évora: José Ernesto Oliveira juntou perto de 300 apoiantes
01-abr-2009
A recandidatura de José Ernesto Oliveira à presidência da Câmara de Évora foi o motivo que reuniu perto de 300 pessoas junto do Templo de Diana. O director da Biblioteca Pública de Évora, José António Calixto, a engenheira do ambiente Helena Guerra e o presidente da APPACDM, Silvino Costa, foram as vozes que apresentaram os motivos para uma recandidatura do autarca. Em resposta, José Ernesto Oliveira não confirmou a sua recandidatura, mas afirmou que até agora ainda não apareceram alternativas à sua gestão. “Tenho reflectivo sobre esta questão, no quadro de ausência de alternativas” disse José Ernesto Oliveira, admitindo que nunca pensou ser o primeiro candidato a apresentar-se. “Até agora, ainda não apareceu nenhum candidato, até que, começam a chegar a mim muitas manifestações de apoio”, acrescentou. O autarca socialista assumiu que o seu projecto ficará a meio, caso não se candidate, e deixou claro que brevemente será conhecida a sua decisão. Com a iniciativa de ontem, parece começar a desenhar-se a recandidatura do actual Presidente da Câmara de Évora, a um novo mandato. (Rádio Diana)

Quarta-feira

1 de Abril

Hoje muitos acreditam que:
O PCP é um partido de futuro.
A Ferreira Leite vai fazer governo com o Paulo Portas.
Bush será perdoado pela história.
Ofender o Magalhães é ser geração 2.0
A Ilda Figueiredo é uma europeísta convicta e por isso se recandidata ao Parlamento Europeu.
Ao Manuel Alegre ninguém manda calar.
O Isaltino Morais só está a ser sincero.
A Fátima Felgueiras devia ser canonizada.
O Ferreira Torres é o exemplo da acusação injusta.
O Pacheco Pereira é o candidato secreto do PSD ao parlamento europeu.
O Jorge Miranda tem saudades do PSD.
O Primeiro-Ministro nunca se engana e raramente tem dúvidas.
O Presidente da República ganhou as eleições porque prometeu muita tristeza e solidariedade com os que passam maiores dificuldades.
O Carvalho da Silva dava um óptimo ministro da educação.
O Paulo Portas foi o melhor ministro da defesa que alguma vez tivemos.
O Cravinho conhece bem as diferenças entre um corrupto e um domador de leões.
O BE faz bem a Lisboa.
O Obama vende mais que a Madonna.
Todos os políticos são um potencial Obama, falta só aprender uns truques.
E também que:
Não é boa ideia pedir ao vizinho da frente que não estacione em frente ao portão, pode ser entendido como uma forma intolerante de pressão.